14/02/2019

Presidente do Coren-MS se reúne com diretor do Hospital Regional para discutir déficit de profissionais

A reunião serviu para discutir a necessidade de contratações por processo simplificado e concurso

O presidente do Coren-MS esteve reunido nesta quarta-feira (13) com o diretor presidente do Hospital Regional Rosa Pedrossian, Dr. Márcio Eduardo Ferreira de Souza e com a diretora de enfermagem do Hospital Regional, Dra. Lucienne Gamarra Vieira Esmi, a fim de discutir o déficit de profissionais no hospital.

Durante o encontro, o presidente do Coren-MS avaliou a atual situação de déficit de profissionais no hospital. “Observo que em comparação a 2018, o número de enfermeiros no hospital cresceu, mas ainda encontra-se longe do ideal”, ressalta.

Dr. Sebastião Duarte, presidente do Coren-MS

Sebastião Duarte também relembrou a última reunião que teve com a antiga gestão do hospital. “Nos reunimos ano passado com a antiga gestão deste hospital e tivemos os problemas resolvidos apenas parcialmente. Por isso estou realizando este encontro, antes de partir para uma ação de força coercitiva, como por exemplo, uma Ação Civil Pública. Por outro lado, sei que nem tudo depende da direção do hospital, necessitamos também do apoio do governo do Estado”, alertou.

Segundo a diretora de enfermagem do Hospital Regional, Dra. Lucienne Gamarra Vieira Esmi, a falta de profissionais gera reflexos negativos na sociedade. “O déficit de profissionais se reverte em algo negativo para o hospital e gera má impressão na sociedade. Economicamente, também é prejudicial, porque a carência de funcionários obriga os empregados atuais a fazerem muitas horas extras, pois o sistema não pode parar”, observa.

Diretor do hospital, Dr. Márcio Eduardo Ferreira de Souza

O diretor do hospital, Dr. Márcio Eduardo Ferreira de Souza, que assumiu o posto em janeiro, afirma que já se reuniu com o Secretário de Saúde a fim de cobrar contratações emergenciais e concurso público e pretende marcar um novo encontro com o gestor. “Já me reuni com o Secretário de Saúde e alertei que precisaremos de contratações por processo simplificado e principalmente por concurso, pois perderemos mais de 200 profissionais em outubro deste ano. Vou me reunir, fazer novamente essa cobrança com caráter emergencial e darei um posicionamento até a próxima semana”, afirma.

Embora considere as contratações por processo simplificado necessárias e emergenciais, Márcio de Souza afirma que esta alternativa não substitui o concurso. “Se tivermos o pedido de contratações por processo simplificado atendido, espero que o concurso também não demore a sair, pois como o processo simplificado é provisório, acaba gerando muita rotatividade, o que é ruim para a rotina do hospital”, afirmou.





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